Exportação.
Exportação
é a operação de compra e venda que resulta no envio de itens e produtos de um
país para o outro. A exportação contribui para fortalecer a economia nacional
ao permitir que empresas brasileiras possam expandir suas atividades ao atender
à demanda externa.
Para que serve a exportação?
A
exportação tem sua necessidade justificada na teoria econômica clássica, que
considera o comércio internacional como forma de fortalecer o mercado interno
de cada nação. De acordo com o economista e político inglês David Ricardo, esse
tipo de transação pode ajudar as economias por conta da chamada vantagem
comparativa.
Nela,
cada país teria maior vantagem sobre o outro em áreas específicas de sua
produção. Com isso, as economias se fortalecem ao fazerem parcerias comerciais
para obter o que outras nações produzem mais.
Qual o cenário das empresas
de exportação no Brasil?
No
setor privado, 19% das exportações ocorrem no setor de bens de consumo, como
calçados, roupas, alimentos e artigos de higiene.
Se
você deseja investir em exportadoras, estas são algumas das empresas que mais
se destacam entre os países:
·
Alpargatas;
·
Grendene;
·
Melissa;
·
Marfrig;
·
Gerdau.
Lembre-se
de que você pode se proteger da instabilidade do Real não só investindo em
empresas estrangeiras, mas em exportadoras.?
Isso
porque elas obtêm receitas em dólares, o que é uma proteção natural contra a
alta do dólar. Se a moeda subir, a receita delas também sobe.
Quais serão a suas vantagens?
Quando
a empresa ganha competitividade e aumenta sua entrega ao mercado internacional,
o retorno financeiro contribui para o país através das tarifas e impostos
pagos. Para a organização, é uma oportunidade vantajosa em relação aos
concorrentes, trazendo benefícios como:
·
diversificação de mercados;
·
aperfeiçoamento da capacidade instalada;
·
melhora da qualidade do produto;
·
inovação tecnológica;
·
aumento da rentabilidade;
·
redução de custos de operação.
E por fim vamos entender
como funciona o processo de exportação?
Entrar
no comércio exterior, em linhas gerais, é relativamente acessível. Qualquer
pessoa física pode exportar, incluindo microempreendedores.?
O
primeiro passo é fazer os registros, que são o Radar (Registro da Habilitação
no Ambiente de Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes
Aduaneiros), o SISCOMEX (Sistema Integrado de Comércio Exterior) e o REI
(Registro de Exportadores e de Importadores).
Depois,
é entender que tipo de exportação será feita, se direta ou indireta.
A
direta é quando o comércio ocorre para o importador no exterior, sem
intermediários. Nesse caso, a empresa precisa criar um departamento completo de
comércio exterior.
Na
indireta, há uma empresa intermediadora.
Juntados
os documentos e registros e planejado o fluxo — incluindo custos e questões
tributárias — é interessante conhecer os incentivos fiscais (como o drawback). A parte dos
tributos pode pesar muito nos custos da exportação.
Por
fim, depois de enviado o produto, deve-se fazer o follow-up pós embarque para
saber se a carga chegará ao destino final no prazo combinado.
Caso
ocorra algum problema, é possível acionar o seguro internacional da carga,
informar o cliente sobre a situação, solicitar liberação alfandegária etc.

Comentários
Postar um comentário